O Mercado de Ver-o-Peso de Belém

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“Culinária paraense encanta turistas e é motivo de orgulho”

Video da TV RBA paraense com entrevistas de Alex Atala e Fabio Sicilia, imagens de produtos locais e do Ver-o-Peso.

Registro do encontro de chefs brasileiros no Mercado Ver-o-Peso

Mercado Ver-o-Peso

A mais movimentada feira livre de Belém é o lugar onde se encontra uma amostra do universo de variedades que compõem a cultura paraense.

Doca do Porto de Belém, ao lado do Forte do Castelo, quem visita Belém não pode deixar de conhecer o famoso mercado a céu aberto. É lá que a cidade acorda há mais de três séculos, com a chegada dos barcos, bem cedinho. Sua origem data da segunda metade do século XVII. Em 21 de março de 1688, quando resolveram estabelecer um rígido controle alfandegário na Amazônia, os portugueses

Farinha de Mandioca (amarela) e de Tapioca (branca)

criaram um posto de fiscalização e tributos – a casa do Haver-o-Peso. Uma balança e um funcionário público mediavam as transações comerciais da época.
Os tempos passaram e a feira, onde se vende e compra de tudo, continua sendo o mais bonito cartão postal de Belém.
O Ver-o-Peso é uma mistura de um passado que continua vivo, com um presente cheio de inovações que tentam adentrar naquele mundo. Começou com um ancoradouro simples, onde embarcações de todo mundo aportavam na Baía do Guajará, formada pelos rios Guamá, Moju e Acará. Atualmente ali encostam tanto os barcos de pesca quanto as pequenas canoas.

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** Clique nas imagens para ampliá-las. Para ver  mais fotos do mercado clique aqui e aqui.

Usadas como perfumes e remédios populares, sementes ganham uso culinário

Ao lado do mercado de peixes do Ver-o-Peso, em Belém do Pará, mandingueiras vendem poções contra o mau-olhado, perfumes chama-marido e infusões que prometem curar de bronquite a queda de cabelo. De uns anos para cá, gente que não está atrás de remédios populares contra as dores da alma nem do corpo começou a circular por ali à procura de aromas que pudessem ser usados em preparos culinários.

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