Fé, trabalho e família : as construções das memórias entre descendentes de imigrantes italianos

Esse artigo tem a ver com nosso tema, mas trata-se da comunidade italiana do Brasil. Achei as reflexões interessantes, como por exemplo, a noção de “tradição inventada” na construção da identidade italiana-brasileira.

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Biografia do René Lepesqueur

Uma curta biografia do René Lepesqueur, filho de Etienne Lepesqueur, um dos fundadores de Cristalina. Essa biografia fica na biblioteca de Paracatu, cuja René é o patrono. Veja aqui

Fábrica DuPont

A DuPont está presente no Brasil desde 1937, quando iniciou suas atividades com um escritório de importação e distribuição de produtos. Atualmente, atua nos seguimentos agrícola, químico, petroquímico, automobilístico, gráfico e nas áreas de embalagens, polímeros industriais, eletrônica, construção, decoração, segurança, papel, celulose, produtos domésticos e biotecnologia, contribuindo com o potencial de crescimento do Brasil.

Veja essas duas páginas : Linha do Tempo e    Histórico

Históricos de Natividade (RJ) e de Carangola (MG)

Natividade

Histórico

A história da colonização das terras que fazem parte do Município de Natividade tem seu início entre 1821 e 1831. O desbravador da região foi José Lannes (ou de Lana) Dantas Brandão que, segundo alguns autores, teria pertencido à Milícia de D. João VI e, segundo outros, teria sido desertor da força pública de Ponte Nova, Minas Gerais… Veja aqui

O papel da família Lannes na região de Natividade (RJ)

A cidade de Natividade de Carangola (no limite com Minas Gerais) foi marcada pela presença da família Lannes. Nesse artigo, descobrimos também que a história do Guido Marlière estava ligada às famílias Monlevade, Lannes, Bréthel, aos Franceses instalados na região por motivos diferentes. Leia aqui

Dia do Guido, 1999

Veja aqui a programação desse evento que aconteceu o 5 de setembro 1999 na Serra da onça, prefeitura de Guidoval.

Monumento do Guidoval

Fótos do Monumento do Guidoval, onde foram conservadas as cinzas do Guido. Na Serra da onça, só sobra um pedaço da fazenda do Guido.

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Memória do Guido Marlière

Fonte : jornal de Guidoval :

“No dia 24/04/1822, Marlière informa ao Príncipe Regente Dom Pedro I que construiu uma capela para os índios ao pé da Serra da Onça. Menos de cinco meses depois D. Pedro I gritou “Independência ou Morte”, nos libertando do jugo português, tornando-se Imperador do Brasil. Os índios Coroados, Croatas, Carajás, Coropós e Puris, primitivos habitantes da região, nem ligaram para o acontecimento, mantendo-se a tradição de “jamais bater palmas”, fiéis à origem da palavra Chopotó: Che=jamais; Pá=bater; Tó= palmas. Talvez venha daí essa nossa preguiça macunaímica em NÃO APLAUDIR quaisquer shows, espetáculos sejam artistas de renome ou não. Não é indolência ou falta de educação, herdamos essa característica dos Coroados. Fazer o quê? Essa mesma apatia se repetiu tanto na Aldeia do Morro Grande, próximo a povoado de Sapé, como na Aldeia de Cipriano a cem passos da Fazenda Guidowald. Independência eles possuíam antes da chegada dos brancos.

No dia 05 de junho de 1836 falece Guido Marlière. No enterro do grande catequista, a viúva D. Maria Victória da Conceição Rosier pranteia a morte do marido, corta alguns cachos de cabelos do esposo, guarda-os no relicário que lhe adorna o pescoço junto com a única imagem do semblante do nosso colonizador. Desta vez os índios se manifestaram em dor e choraram a perda do protetor, apaziguador das constantes guerras.”

Fonte : IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) :

“A enérgica atuação do coronel Marlière e seus Dragões, impedindo a violência das expedições contra os índios, teve o reconhecimento histórico no monumento erguido no entroncamento das estradas para Cataguases, Ubá, Pomba e Rio Branco. Na face voltada para Cataguases está gravado: “Na colina em frente está o cemitério dos índios onde está sepultado o grande patriota”. Na face voltada para Ubá: “Neste sítio, fazenda de Guidoval, existia a casa de sua moradia”. Na outra, voltada para Rio Branco: “Falecido em 1836. Transladadas para esta urna, aqui estão guardadas suas cinzas”. E a última face: ” À memória de Guido Tomás Marlière, o desbravador das selvas e civilizador dos índios, abrindo estradas e semeando núcleos de população, as Câmaras Municipais de Ubá, Cataguases, Rio Branco e Pomba fizeram eregir este monumento, símbolo de gratidão ao pioneiro do progresso de Minas”.”

A influência de Henri Gorceix em Ouro Preto

Em 1874 Claude-Henri Gorceix deixa a Escola Normal, aceitando o convite de D. Pedro II para fundar uma escola de minas no Brasil, graças à indicação de Daubré, Diretor da Escola de Minas de Paris. Em fins de 1784 chega ao Brasil com a missão de fundar a Escola de Minas de Ouro Preto. Além de fundador da Escola de Minas e seu primeiro diretor, Gorceix foi professor de Mineralogia, Geologia, Física e Química, exonerando-se de seus cargos, a pedido, em 14 de outubro de 1891. A seguir, retornou à França e, em 1896, volta ao Brasil, a convite do Governo de Minas, a fim de organizar o Ensino Agrícola no Estado.

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Cataguases : memória do Guido transmite-se na escola

A escola estadual Guido Marlière de Cataguases posta no seu blog a história do patrono. Em 2007, a escola organizou uma visita a Guidoval, lugar onde o Marlière falanceu. Veja aqui

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