Nouvelle Vague | entrevistas

Em maio de 2010 antes de apresentarem no palco da Clash (São Paulo), os integrantes da banda  Nouvelle Vague, Karina Zeviani (vocalista brasileira) e Marc Collin (produtor e tecladista), conversaram com o Skol Beats

Outras entrevistas:

Vídeo: Entrevista com Helena Noguerra: cantora, atriz belga de ascendência portuguesa e uma das cantoras do Nouvelle Vague – IOL Música (Portugal) | 11 de janeiro de 2010

Entrevista com Nouvelle Vague – Pílula Pop | 2010

Nouvelle Vague faz única apresentação no Palácio das Artes: Conhecido pelo estilo singular de regravar clássicos do pop, grupo prepara novo trabalho – Portal UAI | 04 de junho de 2010

A banda francesa Nouvelle Vague e o Eletroproust – Estado de São Paulo | 29 de abril de 2010

Franceses do Nouvelle Vague voltam ao Brasil e confirmam sucesso nos trópicos: Marc Collin e Mélanie Pain falam ao EGO sobre futuro do grupo – EGO | 15 de setembro de 2007

Nouvelle Vague toca punk e new wave com banquinho e violão em seu primeiro CD – UOL | 05 de julho de 2004

3naMassa – Entrevista

Entrevistas Tiê: showlivre.com

“Minha mãe me deu nome de passarinho”, revela Tiê no Estúdio Showlivre

“Me emociono ao cantar algumas músicas”, diz Tiê no Estúdio Showlivre

Tiê responde a mais perguntas dos internautas no Estúdio Showlivre

Tiê no Estúdio Showlivre: Los Porongas na dica do editor-chefe

Tiê interpreta “Assinado eu” no Estúdio Showlivre

Tiê interpreta “Dois” no Estúdio Showlivre

Tiê interpreta “Chá verde” no Estúdio Showlivre

Tiê em “Strange but mine” no Estúdio Showlivre

Tiê toca “Sweet Jardim” no Estúdio Showlivre


Tiê em “A bailarina e o astronauta” no Estúdio Showlivre

Tiê canta “Aula de francês” no Estúdio Showlivre

Tiê: 12 horas no estúdio | TramaVirtual

+ + Visitando a Cena programa do TramaVirtual: matéria sobre o festival “Ladyfest Brasil 2007” em São Paulo/SP, com as bandas: Santa Claus, Comma, Tiê, Bonsai Kittens, Cínicia, Fantasmina, Dykes 4ever…

Acesse o perfil da Tiê no TramaVirtual aqui.

Entrevista Tiê | Rádio Levi’s

Entrevista com Tiê para a Rádio Levi’s em 2009

Making of fotos Rádio Levi’s

Entrevista Tiê | CBN – Cesta de Música

A cantora e compostora Tiê participou da Cesta de Música do CBN Noite Total no dia 15 de maio de 2009.

Letuce

Uma experiência de amor: esta é a proposta da banda Letuce. Em fevereiro de 2008, a cantora e atriz Letícia Novaes vinha de ônibus do Rio de Janeiro para São Paulo com o guitarrista Lucas Vasconcellos. A moça tomou uma garrafa de vinho, uma dose de coragem e pediu o rapaz em namoro em plena Via Dutra. Cinco meses antes, os dois haviam sido apresentados por uma amiga comum, astróloga e também cantora. Letícia já estava de olho em Lucas, que fazia shows com o grupo Binário na Praia de Ipanema. Ele, por sua vez, fuçava sobre a vida dela na internet. Ao se conhecerem, trataram logo de compor um samba juntos. Em pouco tempo, tinham 27 canções e resolveram montar uma banda. Da convivência sem pretensões nasceram as composições que ganharam o gosto dos amigos e foram às ruas. Nascia o Letuce (primeiro Lettuce, referência ao fotolog da intérprete).

Expoentes de uma sonoridade MPB com acento pop desfilam canções-jóias diversas, para além da tropicália, transando Dalva de Oliveira e Courtney Love, caminhando pela Tijuca swingada dos Erasmos, Jorges e afins. Música romântica urbana que dá cor ao cinza das cidades.

Sensação da cena alternativa carioca, a dupla comparece pela terceira vez em São Paulo (junho 2010), agora na Choperia do Sesc Pompéia, ao lado de Thomas Harres (bateria) e Rodrigo Jardim (baixo).

O CD de estréia “Plano de fuga pra cima dos outros e de mim”, revela uma simbiose bem sucedida das notas e arranjos trabalhados do guitarrista e maestro, com a voz versátil e presença marcante da cantora e atriz. Entre as dez músicas autorais, figuram as baladas ‘Tuna Fish’ e ‘Êxodo Lunar’. “Pode ter alguma influência de rock, mas o que fazemos éMPB, não há como fugir do rótulo”, diz Letícia. ‘Acontecimentos’, de Marina Lima e Antonio Cicero, e ‘Sérieuse Affaire’, versão para o francês de ‘Caso Sério’, balada abolerada de Rita Lee e Roberto de Carvalho lançada em 1980 é a curiosidade do primeiro disco de Letuce. Outra faceta curiosa da apresentação ao vivo são as releituras de pagode, como ‘Que Se Chama Amor’, do Só pra Contrariar. Letícia atribui o interesse ao fato de ter sido criada na Zona Norte, mais afastada da praia, onde alguns costumam torcer o nariz para os ritmos muito populares. Ela ainda mora com a mãe por lá, no bairro da Tijuca, a três quadras de Lucas, nascido em Petrópolis.

O trabalho da dupla busca levar a novas platéias a experiência de afetividade e humor vivenciada nas apresentações da banda, que durante o último ano conquistou visibilidade, realizando temporadas em casas de show, recebendo convites para participações especiais em festivais de MPB e projeção na mídia.

Assista abaixo ao videoclipe da música de trabalho ‘Potência’:

A dupla Letuce com imagens caseiras produz os próprios videoclipes do disco de estreia e publica no canal do YouTube.
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Assista a entrevista da dupla para o Saraiva Conteúdo

+++ Leia também entrevistas com Letuce aquiaqui.

>>> Assista aqui a entrevista da dupla para o programa Metrópolis da TV Cultura <<<

Entrevista Letuce para o canal Globo News:


Entrevista: Dudu Tsuda para o projeto multimidiatico experimental OOG LAB

Depoimento do artista multimídia, músico, compositor, performer e produtor musical, Dudu Tsuda, indicado para o prêmio Sérgio Motta em 2009.

Depoimento gravado em sua casa/estúdio na Vila Madalena, Tsuda fala suas impressões sobre suas considerações e experiências com a arte urbana e um pouco de seu trabalho com as instalações – efêmeras como os grafites da cidade.

Leia alguns trechos do depoimento:

“A arte urbana foi uma manifestação muito fluida, muito natural. Ele é espontânea, então a legitimidade dela vem dessa espontaneidade que surge em centros não muito agradáveis. Você vai a Paris por exemplo, tem bem menos do que temos por aqui”

“O louco de São Paulo é que como se fosse um lugar muito podre, mas com uma plantinha que nasce, e ai começa a ter outra plantinha e etc. A sensação que eu tenho é essa. Que é uma cidade muito feia, não é uma cidade constante: tem parcelas bonitas da cidade e tem umas parcelas muito toscas e geralmente é nas toscas que essa intervenção urbana da uma amenizada na tosquidão.”

“A arte urbana do jeito que é feita é a tosquidão em si, só que aquilo do ponto de vista do prazer do olhar melhora bastante”

“No final o que sobra é essa sensação talvez, que alguém pode ter visto, alguém pode ter curtido e essa pessoa vai lembrar disso e de alguma forma traduzir em alguma ação dela, algum trabalho futuro ou simplesmente ela só vai lembrar”.

Na segunda parte do depoimento de Dudu Tsuda, ele fala sobre algumas de suas instalações a as reações que causaram nas pessoas, reações mais pertinentes a emoção do que aos aparatos tecnológicos.

“Motivação de canção: eu não estava preocupado se já havia usado
algum recurso tecnológico, ou se o fato ou algum recurso de cenografia
era batido ou não. A questão era mais uma necessidade pessoal.”

+ sobre o projeto OOG Lab: www.ooglab.com

Entrevista Dudu Tsuda | Mão na Massa: showlivre.com

Parte 1:

Parte 2:

Dudu Tsuda | Projeto multimídia: Memórias Invisíveis

Uma planta de uma casa. Percorro meu olhar por dentre as linhas e alguns objetos se destacam do chão. Ao caminhar pelos cômodos da casa, dou início a uma relação muito peculiar. Memórias que apenas lembramos quando entramos em contato direto com elas. Os sons que vinham da cozinha, o arrastar dos chinelos da minha batchan pelo carpete, o cantar dos pássaros que entrava pela janela do quarto. Uma arquitetura invisível de emoções e sensações. Uma casa somente vivenciada através da experiência audiofônica, que acessará memórias afetivas longínquas, que criarão um leque infinito de imagens. (Dudu Tsuda)

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