Pato : curiosidade

Pato no tucupi

O relativo isolamento da Amazônia do resto do país possibilitou que a cozinha local permanecesse extraordinariamente próxima das tradições originais. E isso se dá até mesmo na maneira de o homem comer naquela região. Lançando a farinha à boca com a mão, as populações locais do Norte traduzem uma influência tipicamente indígena. O consumo de carne de pato era uma constante ao longo de todo o período do Brasil colonial. Era comum naquela época um jogo que consistia em abater um pato amarrado a um toco de pau, decepando-lhe a cabeça em troca de uma premiação. A pessoa que errasse o golpe pagava o pato para a pessoa que o acertasse. Daí nasceu a expressão muito em uso hoje em dia: pagar o pato, significando “arcar com o prejuízo”, “bancar a despesa”. Essa expressão é registrada inclusive pelo Dicionário Aurélio.

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Semifinal do Festival da Canção da Aliança Francesa

>>>> Les Serges faz cover das canções de Serge Gainsburg. A formação da banda é brasileira e o vocalista é francês. Baixe aqui ou escute no myspace.

Le Brésil et la France en chiffres / Brasil e França em números

Documento feito pela embaixada comparando em números o Brasil e a França: contexto geográfico; demografia; economia geral; comércio exterior; intercâmbios bilaterais; investimentos diretos no Brasil; produção agrícola; exportações agrícolas brasileiras; principais produtos exportados; comunicações; transportes, energia; pesquisa; ensino superior; criminalidade; indicadores sociais diversos; a língua francesa no Brasil; a comunidade francesa no Brasil.

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História do Brasil | síntese cronologica 1383 – 2006

Baixe aqui a cronologia da História do Brasil para consultas rápidas.

Cronologia chefes estado França: de 751 a 2007

Consulte aqui.

ps.: faltou o atual presidente Nicolas Sarkozy de 2007 até hoje.

As Relações Culturais e Musicais Entre a França e o Brasil

Falando do que une a França e o Brasil, lembraria primeiramente que se trata de uma relação profunda e antiga entre os nossos dois países, caracterizada pela amplitude e grande diversidade. Se, após 1503, quando o navio L’Espoir atracou no Oiapoque, a expedição conduzida por Villegagnon – espécie de Mayflower francês – alimentou o sonho de uma França Antártica, foi a missão de 1816 que constituiu, de fato, o primeiro ato de nascimento da cooperação cultural entre a França e o Brasil, dando origem à Academia Brasileira.

A influência francesa no Brasil foi contínua e permeada por grandes nomes em todos os domínios. Na literatura, Victor Hugo, Benjamin Constant, Auguste Compte e Anatole France deixaram uma marca durável, sem esquecer André Gide, cujas obras estão sendo reeditadas no Brasil. Em seguida, veio o trio Camus, Sartre e Aron e, mais recentemente, o estruturalismo (Lévi-Strauss, Barthes, Foucauld) e os intelectuais da diferença (Deleuze, Derrida, Lyotard). No século XX a infl uência do cinema francês (a “nouvelle vague”), da arquitetura (sobretudo Le Corbusier) e da música popular (Henri Salvador, Aznavour, Trenet) e clássica (Darius Milhaud) indicou que o rio não secou.

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FESTAS JUNINAS – “A Quadrilha” – Origem Francesa

A quadrilha brasileira tem o seu nome de uma dança de salão francesa para quatro pares, a “quadrille”, em voga na França entre o início do século XIX e a Primeira Guerra Mundial. A “quadrille” francesa, por sua parte, já era um desenvolvimento da “contredanse”, popular nos meios aristocráticos franceses do século XVIII. A “contredanse” se desenvolveu a partir de uma dança inglesa de origem campesina , surgida provavelmente por volta do século XIII, e que se popularizara em toda a Europa na primeira metade do século XVIII.

A “quadrille” veio para o Brasil seguindo o interesse da classe média e das elites portuguesas e brasileiras do século XIX por tudo que fosse a última moda de Paris (dos discursos republicanos de Gambetta e Jules Ferry, passando pelas poesias de Victor Hugo e Théophile Gautier até a criação de uma academia de letras, dos belos cabelos cacheados de Sarah Bernhardt até ao uso do cavanhaque).

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