A influência da migração francesa na construção do territorio de Benevides, Pará

No Brasil, a maioria da imigração envolveu uma população expropriada e empobrecida. No caso dos imigrantes franceses para colônia de Benevides, as famílias tinham um bom padrão de vida, viviam da agricultura e da produção de vinho, mas em virtude da desaparição do campesinato nos campos europeus, muitas famílias européias emigraram para o Brasil, sendo que as famílias que chegaram-se para o núcleo colonial de Nossa Senhora do Carmo, como as famílias francesas, trouxeram técnicas de agricultura moderna para trabalhar com o benefíciamento da cana-deaçúcar na colônia, obtendo ótimos lucros. Veja mais

Benevides – pequeno refúgio do centro urbano de Belém

A origem de Benevides data do final do século XIX, quando a localidade foi incluída na política administrativa do Império de povoar a Zona Bragantina incentivando a criação de núcleos agrícolas. Quem fundou a colônia foi o cearense Francisco Sá e Benevides. Na época era conhecida como Núcleo Colonial de Nossa Senhora do Carmo, sendo transformada em Vila no ano de 1899. A maioria dos imigrantes europeus que se deslocou para a colônia era de franceses, com destaque para as famílias Fanjas e Begot, primeiras a se instalarem no Núcleo. Veja mais

Benevides no Pará : a família Begot, egressa da Comuna?

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Pelotas : um prédio para a cultura francesa

Artigo do Diário Popular, do 06/07/2009, sobre o projeto de museu da etnia francesa em Pelotas. Veja aqui

Os Suportes da Memória Social na Colônia Francesa de Santo Antônio em Pelotas-RS

Outro artigo de Leandro Ramos Betemps sobre a colônia francesa Santo Antonio, perto de Pelotas. Detalhes do modo de vida destes imigrantes, as atividades economicas deles a travez da historia . Veja mais

Influência francesa no patrimônio cultural e construção da identidade brasileira: o caso de Pelotas

Na cidade de Pelotas, localizada no extremo sul do Brasil, a influência européia, principalmente a francesa, também foi bastante grande. Com freqüência, se faz referência a este fato na bibliografia histórica do Rio Grande do Sul. “É regra geral caracterizá-la através de conceitos como riqueza, opulência, refinamento, elegância, cultura e até aristocracia. A razão para isso é atribuída ao desenvolvimento nos seus arredores, da indústria do charque, durante o longo período que vai de 1779 aos primeiros decênios do século XX. As charqueadas, fazendo fortunas, condicionaram o florescimento de práticas e valores sócio-culturais que podem ser rotulados

reservatório de ferro importado da França

simplificadamente como de urbanidade e intelectualidade”. Veja mais

As invasões Francesas no Brasil

Até a criação do governo-geral os franceses eram apenas contrabandistas: procuravam os trechos menos defendidos da costa brasileira para a exploração de produtos da colônia, principalmente pau-brasil. Muito hábeis, sabiam conquistar a amizade dos índios que os ajudavam nesse comércio e até nas lutas contra os portugueses. Veja mais

Aspectos da colonização francesa em Pelotas

A presença francesa em Pelotas
A imigração francesa foi de grande importância na região do município de Pelotas, pois deu contribuição inestimável ao seu de-senvolvimento. Na zona rural, através das plantações de uvas e fabricação de vinhos e na zona urbana com o desempenho principalmente no comércio, educação e cultura, sempre com grande benefício à cidade. A presença francesa em Pelotas é antiga e deu-se inicialmente com a passagem de viajantes que não se fixaram aqui, como no caso de Auguste de Saint-Hilaire (1820), Arsène Isabelle (1834) e Conde d’Eu (1865), que deixaram suas observações, ou profissionais liberais como o engenheiro Gregório Howyan, com o projeto de saneamento para Pelotas, e os arquitetos Dominique Pineau e Dominique Villard, responsáveis pela construção do prédio da Escola Eliseu Maciel. Veja mais

Estudo da influência cultural francesa no Rio Grande do Sul

Em 1870, por iniciativa do governo do Rio Grande do Sul, três colônias francesas foram criadas: Colônia de São Feliciano, atual Dom Feliciano; Colônia Dona Isabel, atual Bento Gonçalves; e a Colônia de Conde d’Eu, hoje Garibaldi. Veja mais

A imigração francesa no Brasil (Séc. XIX – XX)

Programa do Simpósio franco-brasileiro, sobre a imigração francesa no Brasil, Rio de Janeiro (UERJ) – São Paulo (UNESP), (1-4/06/2008)

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