Fotos do Levi-Strauss disponíveis no IMS

Conjunto de 44 negativos originais da cidade de São Paulo, produzidos pelo antropólogo francês nascido na Bélgica Claude Lévi-Strauss entre os anos 1935 e 1937, quando residiu no Brasil lecionando e contribuindo para a consolidação da recém inaugurada Universidade de São Paulo. As imagens registram os primórdios do processo de metropolização da cidade.

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Nicolas-Antoine Taunay

Nicolas-Antoine Taunay (Paris, 10 de fevereiro de 1755 — Paris, 20 de março de 1830) foi um pintor francês que fez parte da Missão Artística Francesa, chegando ao Brasil em 1816.
Taunay iniciou estudos de pintura em 1768, com François Bernard Lépicié, e depois estudou com Nicolas Guy Brenet e Francisco Casanova. Em 1773 é aluno de Louis David na Escola de Belas Artes de Paris. No período de 1784 a 1787 permaneceu estudando em Roma como pensionista da Academia Real de Pintura. Em 1805 foi escolhido, com outros pintores, para retratar as campanhas de Napoleão na Alemanha.
Com a queda do imperador, Taunay escreve à rainha de Portugal solicitando-lhe o apoio, com o objetivo de serem contratados ele e seus companheiros, por não se sentirem seguros na França devido as persiguições políticas, e viaja com sua família para o Brasil como integrante da Missão Artística Francesa.Chega ao Rio de Janeiro em 1816 e torna-se pintor pensionista do Reino. Integra o grupo de pintores fundadores da Academia Imperial de Belas Artes, Aiba, e em 1820 é nomeado professor da cadeira de pintura de paisagem da Academia. No ano seguinte, após desentendimentos surgidos pela nomeação do pintor português Henrique José da Silva para a direção da Aiba, retorna à França.
Seu filho Felix-Emile Taunay torna-se professor de pintura de paisagem e posteriormente diretor da Aiba, e Aimé-Adrien Taunay, o mais novo, acompanha como desenhista as expedições de Freycinet e Langsdorff.

Jean Baptiste Debret

Como muitos artistas franceses de sua época, Jean Baptiste Debret – nascido em Paris, em 18 de abril de 1768, de família de classe média e de pai amante das ciências e das artes –, era um protegido de Napoleão. Em 1815, com a derrota de Napoleão, a arte e os artistas perderam seu principal suporte financeiro e ideológico. É nessa época e nesse contexto que, por solicitação de governantes estrangeiros, começam a se organizar na França algumas missões de artistas franceses, entre elas uma para o Brasil, a pedido de D. João VI, cuja corte havia sido transferida para o Rio de Janeiro em 1808, exatamente em função da invasão de Portugal por tropas napoleônicas. Os artistas que viriam a compor essa missão eram “órfãos” bonapartistas, e é por isso que a chamada Missão Artística Francesa é vista por alguns historiadores mais como um grupo de refugiados do que como uma missão oficial.
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Leia também:
Voyage pittoresque et historique au Brésil […] (Volume 1)
Voyage pittoresque et historique au Brésil […] (Volume 2)
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>>>>>>>> nesses links além dos artigos há muitas gravuras de Debret.