Henri de Toulouse-Lautrec

Henri Marie Raymond de Toulouse-Lautrec Monfa (Albi, 24 de Novembro de 1864 — Saint-André-du-Bois, 9 de Setembro de 1901) foi um pintor pós-impressionista e litógrafo  francês. Conhecido por pintar a vida boêmia de Paris do final do século XIX, ele mesmo um boêmio que faleceu precocemente aos 36 anos de sífilis  e alcoolismo. Trabalhou por menos de vinte anos mas deixou um legado artístico importantíssimo, tanto no que se refere à qualidade e quantidade de suas obras, como também no que se refere à popularização e comercialização da arte. Toulouse-Lautrec revolucionou o design gráfico dos cartazes publicitários, ajudando a definir o estilo que seria posteriormente conhecido como Art Nouveau.  (…)

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Dia do Guido, 1999

Veja aqui a programação desse evento que aconteceu o 5 de setembro 1999 na Serra da onça, prefeitura de Guidoval.

Monumento do Guidoval

Fótos do Monumento do Guidoval, onde foram conservadas as cinzas do Guido. Na Serra da onça, só sobra um pedaço da fazenda do Guido.

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Memória do Guido Marlière

Fonte : jornal de Guidoval :

“No dia 24/04/1822, Marlière informa ao Príncipe Regente Dom Pedro I que construiu uma capela para os índios ao pé da Serra da Onça. Menos de cinco meses depois D. Pedro I gritou “Independência ou Morte”, nos libertando do jugo português, tornando-se Imperador do Brasil. Os índios Coroados, Croatas, Carajás, Coropós e Puris, primitivos habitantes da região, nem ligaram para o acontecimento, mantendo-se a tradição de “jamais bater palmas”, fiéis à origem da palavra Chopotó: Che=jamais; Pá=bater; Tó= palmas. Talvez venha daí essa nossa preguiça macunaímica em NÃO APLAUDIR quaisquer shows, espetáculos sejam artistas de renome ou não. Não é indolência ou falta de educação, herdamos essa característica dos Coroados. Fazer o quê? Essa mesma apatia se repetiu tanto na Aldeia do Morro Grande, próximo a povoado de Sapé, como na Aldeia de Cipriano a cem passos da Fazenda Guidowald. Independência eles possuíam antes da chegada dos brancos.

No dia 05 de junho de 1836 falece Guido Marlière. No enterro do grande catequista, a viúva D. Maria Victória da Conceição Rosier pranteia a morte do marido, corta alguns cachos de cabelos do esposo, guarda-os no relicário que lhe adorna o pescoço junto com a única imagem do semblante do nosso colonizador. Desta vez os índios se manifestaram em dor e choraram a perda do protetor, apaziguador das constantes guerras.”

Fonte : IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) :

“A enérgica atuação do coronel Marlière e seus Dragões, impedindo a violência das expedições contra os índios, teve o reconhecimento histórico no monumento erguido no entroncamento das estradas para Cataguases, Ubá, Pomba e Rio Branco. Na face voltada para Cataguases está gravado: “Na colina em frente está o cemitério dos índios onde está sepultado o grande patriota”. Na face voltada para Ubá: “Neste sítio, fazenda de Guidoval, existia a casa de sua moradia”. Na outra, voltada para Rio Branco: “Falecido em 1836. Transladadas para esta urna, aqui estão guardadas suas cinzas”. E a última face: ” À memória de Guido Tomás Marlière, o desbravador das selvas e civilizador dos índios, abrindo estradas e semeando núcleos de população, as Câmaras Municipais de Ubá, Cataguases, Rio Branco e Pomba fizeram eregir este monumento, símbolo de gratidão ao pioneiro do progresso de Minas”.”

Hoje: semifinal do Festival da Canção Aliança Francesa

Bistro Crêpe de Paris | São Paulo

Quem entra no Bistro Crêpe de Paris se sente na França e essa é realmente a proposta do casal franco-brasileiro Adriana e Pierre Murcia, proprietários do Bistro recém inaugurado no bairro do Jardins.

Com um ambiente acolhedor, cuja decoração foi inspirada nos bistrôs parisienses, o Bistro Crêpe de Paris, é frequentado por pessoas que possuem bom gosto e apreciam a culinária francesa servida com muito charme e dedicação. (…)

Visite o site oficial do bistro.
>>> Rua Augusta, 2542 – Villa San Pietro, Jardins – São Paulo/SP