A selva é chique

A sede no número 24 da Rue Faubourg Saint-Honoré, em Paris, e as outras 230 lojas espalhadas por trinta países da sofisticada griffe Hermès começaram a receber neste mês modelos das bolsas vedetes da coleção outono-inverno. Na etiqueta de cada bolsa, lê-se: “From the Amazon Rain Forest” (da floresta úmida da Amazônia). A L’Oréal, também francesa, lançou recentemente, pela linha Planete Ushuaia, xampus naturais “à la crème de babassu d’Amazonie” (feito com creme de babaçu da Amazônia). Veja mais aqui

A mestiçagem dos alimentos

O purê de mandioquinha acaba de conseguirnas mesas parisienses sua consagração gastronômica por chefes estrelados, ao passo que, em Bruxelas, nas recepções dos tecnocratas europeus, circulam bandejas de empadinhas decamarão fornecidas por cozinheiras brasileiras anônimas. Junto com a reedição das obras pioneiras de Luís da Câmara Cascudo e Eduardo Frieiro e com publicações premiadas internacionalmentecomo a série A Formação da Culinária Brasileira do Senac, não faltam indicações de quea culinária brasileira reivindica seu lugar dentroda cozinha mundial.
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Menu Confiança faz viagem gastronômica pela região Amazônica

Um programa de GNT segue cozinheiros buscando ingredientes da Amazonia.

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Geografia dos sabores: Ensaio sobre a dinâmica da cozinha brasileira

A culinária de um país é parte do gênero de vida de seu povo. Exprime não só os fatores físicos de sua geografia comotambém seus aspectos humanos, econômicos, sociaise culturais. Podemos, por meio de um processode “engenharia reversa”, “desconstruir” uma receita para encontrarmos os produtos agrícolas e as técnicas de cultivo, os temperos utilizados e otipo de pecuária dominantes em uma região. Maso prato não se resume a seus aspectos materiais. É necessário, também, que façamos uma “arqueologiados sabores”, ou seja, uma dedução do tipo de clima e solo principais, dos grupos étnicos presentes, das migrações existentes, das influências exteriores, bem como das características culturais.

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Índio sabe a receita

Caça, pesca, frutos e raízes eram os únicos alimentos dos amazônicos, para espanto dos estrangeiros. Com o tempo, a culinária local ganhou misturas diversas

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Empresa francesa de cosméticos usa matéria-prima brasileira

Representante da marca francesa de cosméticos L’Occitane participa do seminário Agronegócios e Inovação, promovido pelo Sebrae Nacional em Brasília

A L’Occitane é uma marca francesa de cosméticos com 28 anos de atividades. No início deste ano, lançou a primeira linha de produtos feitos fora da França, denominada Linha Brasil. O nome revela a origem das matérias-primas e o processo de produção que envolve comunidades da Amazônia.

Quatro protetores solares a base do buriti, cupuaçu e castanha do Pará, totalmente orgânicos e que utilizam filtros 100% minerais, foram apresentados no seminário Agronegócios e Inovação, promovido pelo Sebrae Nacional, em Brasília.

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Usadas como perfumes e remédios populares, sementes ganham uso culinário

Ao lado do mercado de peixes do Ver-o-Peso, em Belém do Pará, mandingueiras vendem poções contra o mau-olhado, perfumes chama-marido e infusões que prometem curar de bronquite a queda de cabelo. De uns anos para cá, gente que não está atrás de remédios populares contra as dores da alma nem do corpo começou a circular por ali à procura de aromas que pudessem ser usados em preparos culinários.

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Relação Estratégica Brasil-França: Questões a serem respondidas

A questão acerca das compras de equipamento militar por parte do governo brasileiro esteve em evidência nas últimas semanas. Muitas discussões surgiram sobre o processo de seleção dos novos caças para a Força Aérea Brasileira (FAB) dentro do programa FX2, com as atenções voltadas, principalmente, sobre a relação que se estabelece entre Brasil e França a partir da quase certa aquisição do avião francês. Apesar do destaque para a área militar, faz-se necessário uma rápida análise sobre outros aspectos dessa aproximação para que se possa avaliar se ela tem possibilidade de se concretizar.

Em vários pronunciamentos e entrevistas, tanto do lado brasileiro quanto do francês, a expressão relacionamento estratégico entre Brasil e França foi muito utilizada, inclusive pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PRESIDÊNCIA, 2009). A mensagem que se procurou dar foi de que as relações entre os dois países não estão ligadas somente à área militar, mas em muitas outras, principalmente a econômica. Dias antes da recente visita do presidente Nicolas Sarkozy ao Brasil pelo dia da nossa independência, o conselheiro diplomático do governo francês, Jean-David Lévite, ressaltou o interesse de expandir as relações em outras áreas além da militar (OLIVEIRA e BRAMATTI, 2009).

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Um Passeio pela Arquitetura Francesa… em Belém

A influência da arquitetura pode ser notada nas ruas e palacetes construídos na Belle Époque.

Basta uma olhar atento pelas ruas do Centro Histórico de Belém para perceber  a influência da arquitetura francesa presente nas ruas e prédios do local que remontam a uma Era Áurea em que a cultura  francesa predominava. Do teatro à música, da literatura às artes plásticas passando claro pela arquitetura.

Neste capítulo da série o Ano da França no Brasil, o Portal Cultura vai abordar a arquitetura francesa em Belém que viveu seu apogeu na  Belle Époque. Quando muitos fazendeiros enriquecidos com a borracha começam a importar   hábitos europeus para a Amazônia como o cultivo da língua francesa, a presença do piano nas mansões e casas de classe média em geral. Não que isso fosse um costume novo no Brasil ou em Belém, mas foi neste período que atingiu o apogeu.

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Meiga Liebig aborda a influência francesa na Gastronomia Brasileira

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