Les Responsables – update

A banda surgiu em 2006. Obra do vocalista parisiense Erwan Portier, que abandonou a Cidade Luz para fazer um doutorado na área de  sociologia em Porto Alegre. Lá, Portier conheceu Felipe Faraco (baixo) Pedro Pastoriz (guitarra) e Luciano bolobang (bateria). Juntos, construíram uma ponte sonora entre o Rio Grande e o Rio Sena. Por ela, trafegam inebriados, entre cigarrilhas, cervejas e destilados, ecos de Tom Waits e John Zorn. Mas o caleidoscópio de influências e referências de Le Vaporisation vai além. Instiga mais que elucida. Duvida? Ouça Mirza. Tem pegada clássica, mas pode soar tão alternativo como o Creedence tocando Pixies. Há ainda Swamp rock com quebradas de jazz. E em La fille du père noël, o grupo incorpora um rápido The Doors.

Leia a resenha de lançamento completa do disco La Vaporisation na DropMusic.

Assista ao videoclipe do disco:

Direção: Allyson Alapont

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França e Brasil : Cronologia

Por quase cinco séculos, a influência francesa sobre o Brasil deu-se em todas as áreas, desde a ocupação do território tentada por Villegagnon, passando pelas viagens dos naturalistas, pelas artes plásticas, pela fotografia, pela literatura, pela filosofia, pelas ideais políticas, pela prevenção higienista, pela arquitetura moderna e pelo cinema. Praticamente não houve arte, ciência ou conhecimento em que a cultura francesa não esteve presente entre nós.

O que se segue é uma cronologia que procura mostrar quais foram os campos desta aproximação mais intensa, a qual, na feliz expressão de Mario Carelli, gerou um “cruzamento de culturas”

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A importância da língua francesa no Brasil: marcas e marcos dos primeiros períodos de ensino

Em um texto de grande relevância para a história dos estudos brasileiros – “O francês instrumento de desenvolvimento” –, Antônio Cândido de Mello e Souza (1977) distingue alguns traços que definem a grande influência da cultura francesa nos países da América Latina a partir de suas independências. Segundo o autor, esta cultura e sua língua tiveram, primeiramente, um papel de mediação entre as jovens nações e as demais culturas vigentes….

Veja mais (passagens os mais importantes em amarelo)

Thiago Pethit | SP

O cantor e compositor paulistano de 27 anos, em seu primeiro CD, com nove das 11 faixas para audição no myspace, Pethit apresenta 5 músicas em inglês, outras cinco em português e uma filha única francesa (“Voix de Ville”). A unidade do disco vem do background do teatral do rapaz, formado em Artes Cênicas; e da mão do produtor Yury Kalil, membro do grupo cearense Cidadão Instigado. Influências como Leonard Cohen e Tom Waits são diluídas em boas faixas como “Sweet Funny Melody”, a valsinha de refrão esperto “Mapa-Múndi” e “Outra Canção Tristonha” (dona da letra mais feliz do álbum). No mais, aprecie o momento “artistas reunidos” em “White Hat” na qual participam os “novos paulistas” Tiê, Liz, Tulipa Ruiz, Dudu Tsuda e Tatá Aeroplano. Para ouvir com “O fabuloso destino de Amelie Poulain” no mudo.

Assista ao videoclipe Essa Canção Francesa, que faz parte do EP Em Outro Lugar com a participação especial da cantora Tiê Bireaux, dirigido por Rafael Barion e Adams Carvalho

Segundo a resenha de Mauro Ferreira para a revista Rolling Stone :

O disco se chama Berlim, Texas, mas na viagem sentimental de Thiago Pethit há escala em Paris. Cantada em francês, “Voix de Ville” é a faixa que mais bem traduz o clima de cabaré que pontua o primeiro álbum deste cantor e compositor paulistano, revelado em 2008 com o EP Em Outro Lugar. Neste cabaré de primeira classe, Pethit afoga suas mágoas num tom de delicadeza romântica que lembra o som de Tiê, sua prima-irmã musical. Afina melancolia destilada em temas autorais – cantados ora em português, ora em inglês – indica que Pethit está perdido sem conexão com o ser amado. “Descreva pra mim sua latitude/ Que eu tento te achar no mapa-múndi”, suplica em “Mapa-Múndi”. Dividida com Hélio Flanders, do Vanguart, “Forasteiro” reitera a procura da rota existencial. Mas o rumo musical deste primeiro álbum do viajante, traçado pelo produtor Yuri Kalil (do Cidadão Instigado), já parece bem definido. Entre a partida e a chegada, Pethit se revela um moço de fino trato.

Visite o myspace do cantor e escute as canções. E não deixe de ver o clipping do artista.

Bande Ciné | PE

A Bande Ciné é um quinteto pernambucano que faz releituras de música pop francesa da década de 60 e 70. A banda, que surgiu no Recife em meados de 2007, faz um som dançante, cheio de balanço, com pitadas de jazz, bossa nova, iê-iê-iê, breginha e chachacha, passando ao largo do clichê das famosas chansons françaises. No repertório do grupo, figuram músicas de cantores como France Gall, Dalida, Brigitte Bardot, Serge Gainsbourg, Alice Dona, Nino Ferrer, entre outros. Atualmente, a Bande Ciné trabalha um repertório de composições autorais, que começam a ser apresentadas no seu show. O grupo está em fase de pré-produção para gravação do seu primero EP autoral.

A Bande Ciné já se apresentou nas principais casas de show do Recife e coleciona algumas apresentações importantes como o festival Recbeat, Carnaval Multicultural do Recife e diversos programas de TV. O grupo ganha destaque junto ao público e a imprensa por apresentar um repertório que pode variar entre o intimismo e o clima de baile, colocando todo mundo para dançar.

O repertório da Bande Ciné não é estático e está sempre sendo renovado e incorporando novas canções. A banda traz sucessos como Tu Veux Ou Tu Veux Pas, versão francesa da composição “Nem Vem Que Não Tem”, de Carlos Imperial, bastante popular no Brasil na voz de Wilson Simonal e Sympathique, canção da década de 1930 regravada pela Pink Martini sessenta anos depois. Figura em seu set list a música “Tu Vuo’ Fa L’Americano”, de Renato Carosone, conhecida por integrar a trilha sonora do filme “O Talentoso Ripley” e “Belleville Rende-vouz” da trilha das “Bicletas de Belleville”. A partir da fusão de várias influências, foi possível montar o repertório da Bande Ciné, que terminou por incorporar algumas canções da italiana Mina.

O resultado da soma de todos esses elementos é uma proposta original e divertida produzida por Thiago Suruagy na bateria, Bruno Vitorino no contra-baixo, Demóstenes no trompete, Filipe Barros na guitarra e voz e Tatiana Monteiro na voz.

Bande Ciné se apresentando no Projeto Segunda Cultural em outubro de 2008, no Teatro do Parque, Recife – PE

Saiba mais no myspace e/ou no blog da banda!

Bande Ciné em outras comunidades virtuais, os links: Youtube, Twitter, Trama Virtual, Orkut, SoundCloud, Podcast e Flickr.

Assista também Catarina Dee Jah e Bande Ciné juntos no Quintal do Lima em Recife -PE, em fevereiro de 2009:

Catarina Dee Jah | PE

Catarina Dee Jah é pernambucana e a nova queridinha da MTV, seu hit é a música “Nefertitiiiii…” que pode ser considerado uma reinvenção a partir de Serge Gainsbourg e France Gall.

Assista a uma performance de Serge e Gall:

A música “Nefertitiiiii…” de Catarina virou vinheta na MTV:

E não deixe de visitar o myspace de Catarina Dee Jah.

Veja aqui Catarina Dee Jah em outras vinhetas da MTV.

Veja também Catarina Dee Jah no estúdio da Trama gravando para o quadro 10 Horas no Estúdio do programa Radiola na TV Cultura.

Paulo Freire e os filósofos franceses

Síntese das influencias dos pensadores franceses sobre as teorias da libertação do Paulo Freire. Download