Suite | Banda paulistana

Com repertório de canções francesas atemporais e composições próprias, o trio SUITE reinventa a atmosfera elegante e sensual de um cabaret à la Belle Époque. Trilhas de longas como “As Bicicletas de Belleville”, “8 Mulheres” e “Canções de Amor” se encontram com versões saborosas de músicas de Brigitte Bardot, France Gall, Paris Combo e Pink Martini. O mesmo clima glamouroso aparece nas músicas assinadas pelo trio, em faixas que desfilam entre o jazz dançante e o swing contemporâneo. Formado em 2008 por Isabela Lages (vocal), Mica Farina (guitarra) e Caio Juliano (bateria e percussão), o SUITE já encantou o público de São Paulo em mini-temporada no Tapas Club, na efervescente Rua Augusta, em shows no Teatrix Bar, no Fim do Mundo Centro Cultural de Santana, na Feira de Artes da Pompéia 2009, no cabaret do Inflamável, e na Noche Cool do Clube Berlin, no Forte de Copacabana, no Festival C’est Si Bon do Rio de Janeiro e Belo Horizonte, entre outros.

Escute e veja no myspace da banda!

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4 Comentários (+adicionar seu?)

  1. Marcelo Caetano
    maio 08, 2010 @ 01:12:32

    Simpática a banda.
    Gosto da idéia de uma banda que trabalha com referências do cinema. O Brenno falou de “Amélie”, eles trazem “Canções de Amor”, que eu acho um belo filme, já falamos muito na reunião do “Um homem e uma mulher” do Lelouch.
    Acho este levantamento de bandas bem divertido. Quero ver mais…
    beijos
    Caetano

  2. Cristina Gomes
    maio 12, 2010 @ 15:17:57

    Gosto também do “Canções…”.
    Acho que a gente pode fazer essa relação bem direta. As influências visuais para os músicos. Aquilo que o Chico Buarque falou… “E havia o cinema francês, único no mundo, muito despido, com Martine Carol com os peitos de fora…”
    Bjs
    Cris

  3. projetobrasilfranca
    maio 12, 2010 @ 15:20:28

    Uma coisa que observei na minha breve pesquisa das bandas independentes é que a influência de Serge é uma unimidade!
    beijo, oui

  4. Marcelo Caetano
    maio 13, 2010 @ 00:04:47

    Concordo que Serge é a influência mais forte.
    Henri na Bossa Nova.
    Mas Jacques Brel, e o romantismo francês. Onde será que eles entram?
    beijos

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