A nova comida paraense

Enquanto como, seu Ofir senta para conversar e tenta explicar a origem de sua cozinha. Um pouco enrolado e dado a digressões, ele afirma que o que faz é uma releitura da comida feita pelos índios da região bragantina, com quem teve contato durante a infância e a juventude. É uma evolução técnica e conceitual da comida que lhe garantiu um certo sucesso nos anos 80, quando, em Paris, ganhou a vida cozinhando pratos típicos da região amazônica para os europeus, como a maniçoba e o pato no tucupi.  Veja mais

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